segunda-feira, 9 de março de 2009

Tentei agora entender as coisas da vida, fase chata, pensamentos bobos, algo comum até demais. A alma já corroída pelo ósseo, os ossos já roídos de tanto caminhar, anos tentando ser alguém, chamar atenção, ter uma bela vida, um bom emprego, pra quê tudo isso?
O destino, fim, passagem, seja lá como for o nome. Acabar assim um trabalho de literalmente uma vida toda, durante a vida percebo que estamos todos em patamares, mas quando acaba, o chão é um só, os vermes são os mesmos.
Nunca consegui ser um aventureiro, andarilho, viajante, essas coisas você só pode ser se você não tiver ninguém, se você for sozinho. Depender de ninguém é algo impossível, é simplesmente não obter relações. A vida, a meu dizer, é algo que faz você desistir dos seus sonhos.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

My Quiz from QuizYourFriends.com


















































D.G
1) o que mais gosto de fazer?
colecionar discos de vinil
andar de carro
beber cerveja
ir para uma festa



















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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

desculpas...

Vivia aquelas pessoas como simples coitados, detonados pela guerra, pelo espaço, pelo mundo. Esquecidas pessoas, até o momento de chegar um estranho homem que jurava ser um mestre, uma espécie de deus. Trouxe água, felicidade e mais algumas necessidades. Ele disse que viajaria e traria com ele muita diversão e fantasia. Fantasia foi o que realmente as pessoas precisavam e se alegraram. O deram um pouco do pouco que tinham. Ele só disse “pessoas, armem um espécie de palco, um palco onde possam ser criadas coisas, mágicas!”, foi então o que fizeram logo após partir. Esperaram meses ele não chegava, pessoas faziam orações com pequenos papéis que ele trouxe.
Um dia quatro homens sobre cavalos apareceram na cidade, caos total, pessoas gritavam se escondiam como ratos. Os cavaleiros gritaram: “estamos aqui por mandado do seu mestre ou deus como queiram chamá-lo”. As pessoas começaram a pular a janelas e andar ajoelhadas até os cavalos. Enquanto um dos cavaleiros comentava com outro “como dar cenoura ao cavalo”. “todos vocês devem crescer sua cidade, construam sobre o palco que montaram, um templo, com essas fotos do seu mestre” todas as pessoas fizeram do barro e da madeira suas ferramentas, suaram, desmaiaram e sofreram mas construíram. “senhores cavaleiros” gritou um jovem “precisamos de água e alimentos “o seu mestre mandou sementes e disse que cavassem profundamente que encontraram o que precisam”
“ele voltará para nos ver?”gritou uma senhora ajoelhada sobre seus trapos “provavelmente, quando estiver tudo pronto”. As pessoas trabalharam lindamente em cavar e construir o templo, e assim então plantar e fazer grande e imensa sua cidade. Até que os cavaleiros voltaram com uma barraca. As pessoas ajoelharam-se rapidamente ao ver a sombra dos cavalos, e levaram uma susto ao ver aquela espécie de carroça. Então da carroça saiu um velho e disse “pessoas, estou de volta!”
pessoas choravam, outras se abraçavam de alegria, então o velho disse “agora que vocês ajeitaram minha cidade... –fez um sinal com a mão para os cavaleiros- vão!”
os quatro homens sobre cavalos começaram a matar todos daquela cidade, um jovem garoto que se escondia atrás de um jarro pulou sobre o pescoço do velho e pediu informações “ por que fazes isso?”“ não sou eu, são vocês mesmos, acreditaram em mim, fizeram o que eu mandei, se eu penso, é meu. Fizeram-se de coitados mas podiam vocês mesmo se ajudarem, eu fui só uma ilusão, queria somente montar meu trabalho aqui, mas no meu teatro, vocês não servem de artistas, só de palhaços”.

domingo, 2 de novembro de 2008

Aquele belo rosto na janela do carro
Sorria
Com seus olhos abertos, verdes ou castanhos, me fez tão feliz pelo tempo em que mergulhava-me no seu olhar. Tentei fugir por um momento daquele paraíso inexistente...
Ao olhar para mim era como se quem fizesse um pedido de salvação.
Eu sentia nos seus olhos um “preciso sair daqui” foi intenso seus pedido...
Presa ao transito, ao carro, á aquela música, á consciência do pecado!
Pensava eu em tira-la daquele carro... mas pouco poderia eu trancado dentro do meu carro no trânsito, á musica, ao dinheiro ás coisas que fazem o mundo...

sábado, 11 de outubro de 2008

diário de um cavador II

Na sala, sujo de sangue, sujo na alma...
Meu sofá com cheiro de formol
O fim do serviço, minha vítima com rosto de flor é enterrada.
Minha consciência se alegra por ter tido uma diversão sem problemas
Chego ao quarto, o cheiro forte vem sobre meu rosto, o arranhão no disco do Chopin faz um trecho da música repetir-se...
Volto para a sala sem problemas e me deparo com uma estranha figura: uma velha dos olhos grandes, azuis e hipnotizastes... não falava, não se movia, apenas seguia-me com os olhos...
Sentada no sofá, não me explicava o porquê de estar lá, respirava estranhamente, com acelerações e pausas..
Aqueles olhos me perseguiam à medida que eu me movesse... sentia calafrios a cada hora em que eu olhava direto para seus olhos!
De repente ela abre com muito esforço a sua boca e fala:
“O bebê, a morte...”
Ela fecha os olhos, e cai lentamente em direção ao chão...
Corro para a cozinha para pegar água, ela desapareceu!
Minha cabeça começa a doer e começo a var a imagem dos seus olhos repentinamente!
Escuto um barulho..
Olho atrás do sofá e uma criança recém-nascida se remexia ainda suja de sangue e com o cordão umbilical... ela abre os olhos... eram iguais ao da velha!
Ele para ao perceber minha presença, abre bem os olhos azuis e começa a chorar numa medida que doida os ouvidos, ele aumentava cada vez o volume do choro!
Os olhos me perseguiam, o choro me incomodava não consigo abrir nenhuma porta além a porta da varanda, e estava lá aberta a cova da garota com rosto de anjo...
Meu desespero é tanto que entro dentro do buraco, fecho os meus olhos para tentar fugir dos olhos azuis! E quando desisto, vejo que estou dentro de um caixão e alguém me enterra! Minha consciência não estava tão limpa, só me assustava cada vez mais... mas mesmo assim... não me sinto culpado!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Sempre tentando viver sem rumo, lá vou eu...
Mulheres não pensam em mim, mas eu penso nelas.
Não tenho carro, nem dinheiro, mas preciso.
Tentam me culpar por ser pobre...
Pobre de um só coração
Pobre de uma só cultura
Pobre, podre, pirado!
Nunca procurei as coisas sempre esperei que as viessem!
Não tenho para onde ir e não tenho solução...
Colocarei a culpa em quem não me dá esmola, em quem ri da minha cara em quem divide a vida por quatro paredes e um teto, feitos por tijolos e cimento!
Culpa em quem tem culpa!
Mulheres!

Mastiga do ácido seco, na boca carnuda e bem avermelhada enlouquece o ser, procurou dentro do homem seu ponto fraco...
Brigar com ela não adianta..
Sentara no colo
Coloca os lábios nos seus ouvidos, fala tudo que você quer ouvir..
Massageia sues lábios...
Pior que o efeito do maior alucinógeno da Índia!
É um verdadeiro absinto do prazer
Não é a toa que a heroína é no feminino
Resolvemos com elas os olhares de um modo mais além de pensar numa mulher...
Conquistam tudo que querem: liberdade, lugar e, sobretudo o homem!
Te faz balançar mais do que a musica...
Estão em tudo, no coração do compositor, do escritor, do homem e todo seu trabalho..
Para ama-las não precisa o prazer, estão conosco antes, depois e na hora de você nascer.. Obrigado mulheres!

Não generalizo o efeito femalle em todos os seres do sexo masculino...XD